Suspension of soccer games in Brazil divides opinions in the sports field

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by João Marcelo

SAO PAULO – The debate on the stoppage of games of state and national championships has gained more attention in recent days in Brazil, as the country faces the worst phase of the pandemic, reaching 3000 daily deaths and exceeding 300,000 deaths due to Covid-19.

This discussion came to light after the video of the meeting of the president of the CBF (Brazilian Football Confederation) with directors of clubs in Brazil was released by the newspaper O Dia. In the video, the president of the Cbf, Rogério Caboclo, stated that the games should continue and that he will guarantee it.

This position is not unanimous in sports. Football commentator and one of the main sports journalists in the country, Mauro Beting, gave an interview to Dire agency, where he commented on this phase in Brazilian football. For Beting, the situation today is very delicate, and although the athletes and coaching staff are being tested, doing social isolation and following strict protocols, it is a time to stop and think about the pandemic situation. “There is no ideal solution for this case anywhere in the world, but if there is a place that needs to stop and think at least, that place is Brazil and football is included in that context,” said the commentator.

Mauro Beting still ponders that there is no ideal solution and that nobody wants a stoppage without reasons, but at this moment we have to have a global view of the matter. “We need a more humane vision than a professional one and we usually don’t have that vision,” he said.

For the commentator, the most affected by an interruption of the games are the small teams, which according to him, are already in a terrible situation. “Especially for small teams, it’s terrible. They are no longer able to pay the bills and neither are the staff. It is also very difficult for big clubs. All of this questioning is valid, what you can’t do is just think about the economy above people. First of all, we have to think about life. As I said, there is no ideal solution, but one of the attitudes that can help a lot is to depoliticize the issue of the virus ”, he concluded.

IL TELECRONISTA BRASILIANO BETING: “IL CALCIO SIA UMANO, E SI FERMI”

di João Marcelo

SAN PAOLO DEL BRASILE – In Brasile il dibattito sullo stop alle partite dei campionati statali e nazionali ha guadagnato maggiore attenzione negli ultimi giorni, dato che il Paese sta affrontando la fase peggiore della pandemia, con oltre 3.000 morti al giorno, che portano i decessi complessivi a 300.000 dall’inizio dell’emergenza sanitaria.A infiammare le polemiche, uno scoop del quotidiano O Dia che ha diffuso il video dell’incontro del presidente della Confederazione di calcio brasiliana (Cbf) con i dirigenti dei club brasiliani. Nel video, il presidente della Cbf, Rogerio Caboclo, ha dichiarato che le partite devono continuare e che farà di tutto per garantirlo.Questa posizione però non ha incontrato un consenso unanime nel mondo dello sport, sottolinea Mauro Beting, telecronista e giornalista sportivo di riferimento del Paese, autore a 360 gradi, con volumi su Neymar o sul Palmeiras, il club del quale è tifoso. In un’intervista con l’agenzia Dire l’esperto evidenzia che la situazione oggi è molto delicata e che nonostante gli atleti e lo staff tecnico siano messi alla prova, con isolamento sociale e rigidi protocolli da seguire, è il momento di fermarsi e pensare a come uscire dalla pandemia.

“Non esiste una soluzione ideale per questo caso in nessuna parte del mondo- commenta Beting- ma se c’è un posto che deve almeno fermarsi a pensare, quel posto è il Brasile e il calcio è incluso in quel contesto”.Beting continua affermando che “non esiste una soluzione ideale” e che nessuno vuole uno stop immotivato delle competizioni sportive, ma in questo momento serve una visione globale della questione: “Abbiamo bisogno di una visione più umana di quella professionale e sempre più spesso manca quel tipo di mentalità”.Per il commentatore, le più colpite da un’interruzione dei match sono le piccole squadre, proprio quelle che – ha rimarcato il giornalista – si trovano già “in una situazione terribile”.”I piccoli club non riescono più a pagare le spese e nemmeno il personale, cosa peraltro già molto difficile per le grandi società” denuncia Beting. “Tutte queste questioni sono valide, ma non possiamo dare così tanto peso all’economia scavalcando le persone. Prima di tutto, dobbiamo pensare alla vita. Non esiste una soluzione ideale, ma come prima cosa può essere d’aiuto depoliticizzare la questione del virus”.

SUSPENSÃO DOS JOGOS DE FUTEBOL NO BRASIL DIVIDE OPINIÕES NO MEIO ESPORTIVO

por João Marcelo

SAO PAULO – O debate sobre a paralisação ou não dos jogos dos campeonatos estaduais e nacionais têm ganhado mais atenção nos últimos dias no Brasil, já que o país enfrenta a pior fase da pandemia, chegando a 3000 mortes diárias e ultrapassando os 300.000 óbitos em decorrência da Covid-19.

Essa discussão ganhou força após o vídeo da reunião do presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) com dirigentes de clubes do Brasil ser divulgado pelo jornal O Dia. No vídeo, o presidente da CBF, Rogério Caboclo, afirmou que os jogos não podem parar e que ele não deixará isso acontecer.

Esse posicionamento não é unanimidade no meio esportivo. O comentarista de futebol e um dos principais jornalistas esportivos do país, Mauro Beting, deu uma entrevista à agência Dire, onde ele comentou sobre essa fase no futebol brasileiro. Para Beting a situação hoje é muito delicada, e apesar do meio do futebol estar testado, isolado e seguindo protocolos rígidos é um momento de parar e pensar na situação da pandemia. “Não há solução ideal para esse caso em lugar nenhum do mundo, mas se tem um lugar que precisa parar minimamente e pensar, esse lugar é o Brasil e o futebol se inclui nesse contexto”, disse o comentarista.

Mauro Beting ainda pondera que não existe solução ideal e que ninguém deseja uma paralisação sem motivos, mas neste momento temos que ter uma visão global do assunto. “Precisamos de uma visão mais humana do que profissional e normalmente não temos essa visão”, afirmou.

Para o comentarista, os mais atingidos por uma interrupção dos jogos são os times pequenos, que segundo ele, já estão em uma situação terrível. “ Principalmente para os times pequenos é terrível. Já não estão conseguindo pagar as contas e nem o pessoal. Para os clubes grandes também é muito difícil. Todo esse questionamento é válido, o que não pode é só se pensar na economia acima das pessoas. Antes de qualquer coisa, temos que pensar na vida. Como já disse, não há uma solução ideal, mas uma das atitudes que podem ajudar muito é despolitizar a questão do vírus”, concluiu.
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